Seginfocast #48 – Lançamento do livro Fundamentos da Segurança da Informação 3ª edição – Baseado na ISO 27001 e 27002 da Exin

SegInfocast #48 – Faça o download aqui. (13:00 min, 8,95 MB)

seginfocast-150x150Neste episódio eu recebi mais uma vez o Prof. Alan Oliveira, tradutor do livro Fundamentos da Segurança da Informação que se encontra na sua 3ª edição. O livro aborda como a segurança da informação tem sido uma grande preocupação, sobretudo no ambiente empresarial, onde a perda ou vazamento de informações pode gerar um grande impacto no negócio. O livro é referência para o curso de  Fundamentos da Segurança da Informação promovido pela Clavis, que visa preparar o aluno para o exame de certificação ISO 27001 e 27002.

Qual é o público alvo do livro e do curso?

Tanto o curso quanto o livro são direcionados para profissionais interessados em se preparar para  o exame de certificação ISFS da Exin, utilizando as normas da ISO 27001 e 27002. Porém o livro também se tornou referência e adequado para todos os profissionais que almejam aprender sobre segurança da informação, já que o livro fornece um entendimento básico sobre os fundamentos de segurança em TI.

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O que o leitor pode esperar encontrar no livro ?

O livro aborda a segurança da informação de uma forma abrangente, detalhando  uma série de conceitos sobre segurança, como confidencialidade, criptografia, controle de acesso, integridade de dados, riscos, ameaças(BOTNET, worms, trojans) e as possíveis contramedidas que devem ser utilizadas para proteção contra tais ameaças.

Quando o livro e do curso será lançado?

O lançamento do livro e do curso está previsto para o segundo semestre de 2017.

Alan Oliveira é Engenheiro, mestre em Engenharia Eletrônica na área de sistemas inteligentes. Atuou por 7 anos como oficial da marinha nas áreas de sistemas de armas e comunicações. Atualmente é professor na Marinha do Brasil, onde ministra as disciplinas de controle de sistemas, guerra eletrônica e sistemas de comunicação. Desenvolve em seu doutorado pesquisas voltadas para a segurança de sistemas de controle e automação.

SegInfocast #46 – Automação na Análise de Dados para Big Data

SegInfocast #46 – Faça o download aqui. (28:07 min, 20,3 MB) 

Neste episódio, eu recebi novamente o especialista em Segurança da Informação Rodrigo “Sp0oKeR” Montoro da área de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação da Clavis para compartilhar a sua experiência em Análise de Dados para Big Data.

Big Data nos dias atuais

Rodrigo explica que Big Data é o resultado do imenso volume de dados gerados no dia a dia, seja através de compras online, mensagens em redes sociais ou até mesmo pequenos cliques na web, porém, o mais importante não é a quantidade de informações e sim como esses eventos são tratados. Isso vem se tornando um grande desafio para as empresas visto que a análise e triagem dos dados requer muito tempo e trabalho. Este cenário têm um papel fundamental na estratégia de segurança da informação das organizações. Para mais informações sobre segurança em Big Data conheça a solução Octopus tema do seginfocast #31.

Jornada de Geração de Evento

A jornada de geração de eventos se inicia pela definição da superfície de ataque, quais tipos de eventos serão captados e como isso será efetuado. O próximo passo está relacionado ao enriquecimento dos dados, isso se dá através da estruturação e agregação dos eventos. Em seguida temos a etapa em que o analista SOC dispara um script que define prioridades para alertas de eventos baseados em pesquisas básicas, regras de negócio e muito mais.

Se você quer saber mais detalhes sobre a solução SOC , visite o site da Clavis!

Onde entraria a automação ?

O processo de triagem de eventos pode ser uma tarefa extremamente prolongada e custosa para os analistas, pois com Big Data a geração de alertas tende a ser bastante numerosa, e é nesse momento que a automação pode nos beneficiar com agilidade, processos multitask, e eliminação de eventos de baixa relevância.

Qual o funcionamento de um bot nessa jornada ?

O bot atuará como um auxiliador do analista, uma das possibilidades de uso é operá-lo como um filtro extra, que irá retornar metadados para serem melhor aproveitados. Outra possibilidade é fazer com que o bot interaja com os usuários do sistema, para que desta forma possa resolver processos mais simples sem qualquer intervenção humana.

SegInfocast #45 – Ransomware II

SegInfocast #45 – Faça o download aqui. (39:24 min, 27,0 MB) 

Neste episódio, eu recebi novamente Geraldo Bravo, engenheiro de pre-vendas da Cyberark para continuar a conversa sobre Ransomware, assunto já abordado no SegInfocast #41 com Carolina Bozza.

O que é o Ransomware?

Geraldo explica que o ransomware, também conhecido como vírus de resgate, é uma ameaça cujo objetivo é o sequestro de dados. Ele criptografa de forma não autorizada os arquivos da vítima (sistemas, documentos, etc) exigindo um pagamento para que se tenha acesso as informações com a revelação da chave usada para decriptografar os arquivos.

Quais são as principais famílias do Ransomware?

Nosso entrevistado cita algumas famílias como a CryptoLocker, uma das mais ativas atualmente. CryptedXXX, que além de criptografar arquivos também busca por credenciais e bitcoins, aliás, a razão que permitiu que os criminosos possam cobrar resgates sem serem identificados. Também o Crisis, que tem a capacidade de criptografar arquivos de sistema. Um ponto interessante é o fato de já existirem variantes que visam outros sistemas operacionais como o Mac e Android.

Os vetores de ataque do Ransomware

Mesmo com várias tecnologias de proteção, o e-mail (phishing) ainda é a forma mais utilizada para os ataques. E são utilizados executáveis e também documentos e scripts infectados.

Quais são as medidas para frear a ação desses ataques?

A primeira medida é a prevenção através de controle de e-mail e conscientização. O segundo passo é a contenção para evitar a propagação da ameaça na rede, impedindo a comunicação com o servidor na internet, para a criação das chaves de criptografia, porém alguns ransomwares já possuem uma chave padrão. Outras ações recomendadas são o monitoramento do nível de arquivos e também o conceito de privilégio mínimo necessário, para evitar que uma infecção altere outros processos importantes no sistema.

O que podemos esperar para o futuro?

Geraldo acredita que a Internet das Coisas aumentará ainda mais as possibilidades de infecção. Já existe um ransomware chamado Flocker, que consegue infectar uma smartTV, por exemplo. Uma outra novidade é o RaaS (Ransomware-As-A-Service), onde você pode escolher a ameaça mais adequada ao seu objetivo, criando uma variante exclusiva para o comprador.

Geraldo Bravo é engenheiro de pré-vendas da Cyberark com experiência de mais de 10 anos na área de redes e segurança da informação. Atuou em outras áreas como Gestão de Projetos e Gestão de Equipes e possui diversas certificações de segurança da informação.

 

SegInfocast #39 – Teste de Carga e Desempenho

SegInfocast #39 – Faça o download aqui. (29:05 min, 20 MB)

Neste episódio eu recebi Rafael Soares, Diretor Técnico da Clavis Segurança da Informação, para uma conversa sobre testes de carga e desempenho.

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Seginfocast #38 – PCI-DSS – Segurança da Informação na Indústria de Pagamentos

SegInfocast #38 – Faça o download aqui. (12:37 min, 8,71 MB)

Neste episódio eu recebi Willian Caprino, Diretor Comercial  da Clavis Segurança da Informação, para uma conversa sobre o PCI-DSS. Ao longo da conversa foi possível discutir diversos aspectos dos padrões de Segurança da Indústria de Pagamentos e a importância de manter um sistema de gerenciamento contínuo de vulnerabilidades.

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SegInfocast #36 – Gerenciamento Contínuo de Vulnerabilidades

SegInfocast #36 – Faça o download aqui.

Neste episódio eu recebi Rafael Soares, Diretor Técnico da Clavis Segurança da Informação, para uma conversa sobre gerenciamento de vulnerabilidades. Ao longo da conversa, foi possível discutir diversos aspectos do gerenciamento de vulnerabilidades e a importância de manter um sistema de gerenciamento contínuo de vulnerabilidades.

Benefícios do gerenciamento contínuo de vulnerabilidades

Rafael explica que testes de invasão ou auditorias pontuais permitem ter visibilidade apenas do estado de segurança de um determinado instante de tempo, identificando as vulnerabilidades a que se exposto até a correção das mesmas. O gerenciamento contínuo permite diminuir o tempo de exposição do ambiente as vulnerabilidades encontradas através de um ciclo de detecção e resposta as ameaças.

Vantagens da vigilância contínua para novos dispositivos, servidores e aplicações

Novas vulnerabilidades são descobertas todos os dias e a realização de testes periódicos permite reduzir as chances de um usuário malicioso identificar uma vulnerabilidade em seu sistema antes de você.

O dinamismo do ambiente também contribui para a necessidade do gerenciamento contínuo, pois o ambiente das empresas mudou, devido ao BYOD e a Internet das Coisas, novos dispositivos desconhecidos, que não pertencem e não são gerenciados pelas empresas, são utilizados em redes corporativas aumentando o risco de exposição a novas vulnerabilidades. Além disso, o conceito de “perímetro de segurança” vem mudando com o crescimento do o uso de nuvens privadas e públicas.

Nichos que demandam serviços de gerenciamento de vulnerabilidades

Rafael cita setores cujo foco é a prevenção de fraudes, e tais setores são os que mais demandam esse serviço de vigilância contínua, como é o caso dos setores de e-commerce e internet banking.

Os sistemas industriais e de automação para infraestruturas críticas também demandam esse tipo de serviço. Esse tema já que tratado no SegInfocast #33.

A questão das não-conformidades

Com o gerenciamento contínuo é possível identificar se determinado ativo está aderente as políticas e normas de segurança vigentes (baselines), permitindo (ou não) o acesso a rede desses ativos.

É possível ainda criar alertas personalizados e iniciar o processo contínuo de descoberta, classificação, correção e prevenção das vulnerabilidades. Os relatórios (técnicos ou gerenciais) também permitem personalização adequada ao público alvo.

Rafael Soares é o Diretor Técnico da Clavis Segurança da Informação e é atuante nas áreas de Detecção e Resposta de Incidentes de Segurança, Testes de Invasão e Auditoria de Redes, Sistemas e Aplicações.

SegInfocast #33 – Livro “Segurança de Automação Industrial e SCADA”

SegInfocast #33 – Faça o download aqui.

Neste episódio, recebi pela primeira vez Marcelo Branquinho, fundador e CEO da TI Safe Segurança da Informação, para uma conversa sobre SCADA e automação industrial.

Qual o significado do termo SCADA? 

SCADA é o acrônimo para Supervisory Control and Data Acquisition, ou seja, sistemas de controle e supervisão e aquisição de dados, que embora não estejam visíveis ao grande publico são utilizados  na gerência de infraestruturas críticas muito importantes para as cidades como energia elétrica, purificação de água, sinalização de trânsito, tráfego aéreo e outros.

Qual a importância da preocupação com segurança em sistemas SCADA?

Esses sistemas controlam serviços fundamentais e muitos deles são antigos, criados nos anos 90, sem a preocupação com segurança lógica, somente com a física. Porém com o advento da internet, os riscos de ataques se tornaram mais visíveis, aumentando a preocupação com a segurança. Há um outro agravante: aqueles que deveriam ser os sistemas mais protegidos, são os mais negligenciados, colocando em risco a vida de milhares de pessoas, em caso de comprometimento. Alguns exemplos reais de ataque dados por Marcelo Branquinho: o incidente em uma usina de energia, que deixou milhares de pessoas sem luz na Ucrânia durante seis horas e o envenenamento de água de uma cidade norte-americana através da invasão do sistema de distribuição.

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Quais foram as motivações para escrever o livro “Segurança de Automação Industrial e SCADA”?

Branquinho diz que o livro procura descrever o que são esses sistemas de automação e a sua importância para a sociedade. Hoje, os sistemas SCADA são vitais para o funcionamento das grandes cidades, porém o nível de segurança ainda precisa melhorar, especialmente em tempos de guerra cibernética – que já foi tema do episódio 21 do SegInfocast, através do livro “Guerra Cibernética – A próxima ameaça à segurança e o que fazer a respeito“.

Quem deveria ler esse livro?

Security Officers, profissionais de TI, Segurança da Informação e de Tecnologia de Automação são o público alvo do livro.

Marcelo Branquinho é Engenheiro Eletricista com especialização em sistemas de computação e MBA em Gestão de Negócios. É fundador e CEO da TI Safe Segurança da Informação, além de ser especialista em sistemas SCADA com mais de 15 anos de experiência no ramo de infraestruturas críticas. É também o coordenador da formação em segurança em automação industrial. Membro sênior da ISSA Internacional.

SegInfocast #31 – Octopus – Security Information and Event Management

SegInfocast #31 – Faça o download aqui.seginfocast

Neste episódio eu reencontrei o especialista em Segurança da Informação Rodrigo Montoro (@spookerlabs), da área de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação da Clavis, para uma conversa sobre o Octopus.

Quais foram as motivações para a criação do Octopus?

Rodrigo comenta que uma situação comum em muitas empresas é o orçamento limitado para compra de soluções de segurança, estas com valores altamente elevados. Paralelo aos orçamentos apertados, os produtos de SIEM foram muitas vezes vendidos como “caixas mágicas”, no qual você plugaria ela na sua rede e teria relatórios alertandos para seus problemas de segurança, fraudes e atividades maliciosas, fazendo com que projetos onde foram investidos milhões sem resultado esperado. E para finalizar, sempre temos que pensar que conhecimento e experiência trarão resultados e não o produto em si.

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É mais um produto SIEM tradicional de mercado?

O Octopus não é um produto de prateleira tradicional, mas sim uma solução que visa entregar inteligência na correlação de eventos e análise de ameaças. A empresa adquire o expertise da Clavis. A solução utiliza várias ferramentas open-source, como o ELK, tema do SegInfocast #25, o que torna possível até um entusiasta montar um Octopus próprio, se desejar.

Quais as funcionalidades?

O Octopus é um serviço, totalmente escalável e customizável. Ele também consegue extrair informações de diversas fontes para correlação de eventos sem cobrança adicional de conectores.

E os benefícios?

Trata-se de um serviço contínuo (24×7) e se beneficia da proteção ativa contra novas ameaças com a combinação de fontes diversas e proporciona aos clientes, visibilidade do ambiente através de dashboards.

Se você quer saber mais detalhes sobre a solução, visite o site da Clavis!

Rodrigo “Sp0oKeR” Montoro é certificado LPI, RHCE e SnortCP com 15 anos de experiência em Open Source. Atualmente trabalha como pesquisador na Clavis. Anteriormente trabalhou na Sucuri Security e Spiderlabs. Já palestrou em inúmeros eventos no Brasil (FISL, CONISLI, Latinoware, H2HC, BSides), EUA (Source Boston / Seattle, Toorcon, Bsides Las Vegas) e Canadá (SecTor). Possui 2 patentes na detecção de Malwares (PDF e cabeçalhos HTTP), resultados de suas pesquisas. Fundador e evangelista da comunidade Snort no Brasil desde 2003. Nas horas vagas faz triathlon e corrida em trilhas.

SegInfocast #30 – Contas, senhas e privilégios: onde atacarão e como se proteger

SegInfocast #30 – Faça o download aqui.

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É com muita satisfação que comemoramos o terceiro ano do SegInfocast.

Neste episódio, eu recebi Geraldo Bravo, engenheiro de pre-vendas da Cyberark para uma conversa sobre contas, senhas e privilégios, dando continuidade aos assuntos abordados por Carolina Bozza no SegInfocast #27:

Qual a diferença entre gestão de identidade e contas privilegiadas?

Geraldo explica que a gestão de identidade é uma atividade –  tradicionalmente de implementação em longo prazo – que procura dar conta do gerenciamento e proteção dos mais variados tipos contas, desde aquelas usadas por pessoas com baixo nível de privilégio a sistemas, até as contas privilegiadas que possuem acesso a um número maior de componentes críticos. De acordo com ele, quando se foca no controle dessas contas há um retorno do investimento em menos tempo.

Quais são os riscos e ataques envolvendo contas privilegiadas?

As contas administrativas que são criadas por padrão em vários sistemas operacionais contribuem para tornar muito ampla a superfície de ataque. O uso da senha padrão, a reutilização de senhas em vários dispositivos ou programas, senhas embutidas em códigos e sistemas legados também facilitam e muito a vida de um atacante .

Exemplos de ataques e técnicas de invasão

O pass-the-hash (descoberta e uso indevido de um hash de senha) é um ataque muito usado para escalonamento de privilégios. Ameaças internas de um funcionário ou um terceiro também não devem ser ignoradas. Outro exemplo é o chamado golden ticket, que consiste em forjar um ticket Kerberos, que possui uma validade bem extensa, para obter credenciais administrativas.

Quais as novas tendências de proteção contra esses ataques?

Automatização da gestão de privilégios, controle de senhas, e monitoramento de comandos são algumas das mais novas tendências que podem proteger as empresas contra esses ataques.

Geraldo Bravo é engenheiro de pré-vendas da Cyberak com experiência de mais de 10 anos na área de redes e segurança da informação. Atuou em outras áreas como Gestão de Projetos e Gestão de Equipes e possui diversas certificações de segurança da informação.

 

SegInfocast #29 – YSTS (You Sh0t The Sheriff) 10ª Edição

SegInfocast #29 – Faça o download aqui.

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Neste episódio eu recebi Willian Caprino, da área de Desenvolvimento de Novos Projetos na Clavis  para uma conversa sobre a 10ª edição do evento YSTS (You Shot The Sheriff). Os temas abordados foram:

O que é o YSTS (You Sh0t The Sheriff)?

Willian explica a história do evento, como surgiu o seu formato descontraído diferente dos demais eventos de segurança, curiosidades, palestrantes nacionais e internacionais, e muito mais.

O que esperar da edição de 2016?

O evento será realizado em 13 de junho deste ano, uma segunda-feira. Nosso convidado informa que a quantidade de palestras este ano será menor que os outros anos visando facilitar o networking entre os convidados. O CFP (Call For Papers) está aberto e o prazo final para submissões é o dia 01 de março.

Patrocinadores confirmados

Várias empresas já manifestaram interesse em patrocinar o evento, porém até o momento somente a Clavis está confirmada. Quem tiver interesse em patrocinar deve entrar em contato pelo email info[at]stsproducoes.com.br.

Willian Caprino tem experiência de mais de 20 anos na área de TI. É co-fundador da ioPublishing, empresa de produção de conteúdo para a Internet, organizou o livro “Trilhas em Segurança da Informação – Caminhos e Ideias para a Proteção de Dados” e também é um dos organizadores dos eventos de segurança da informação: You Shot The Sheriff e Silver Bullet.