Precisando copiar arquivos de ou para máquinas Linux? Use o WinScp

Mais uma dica de ferramenta util e gratuita. Ontem em um cliente precisei copiar um arquivo de uma máquina Windows para uma máquina Linux para poder executar um procedimento de coleta. Como proceder?

Utilizei o WinSCP, freeware que possibilita, obviamente mediante as devidas credenciais no servidor de destino, a transferência e manipulação de arquivos e pastas via SFTP, FTP, SCP (Secure Copy) utilizando SSH (Secure Shell) utilizando uma interface bem intuitiva, padrão Windows, conforme imagem abaixo:

winscp

Lista de ferramentas gratuitas para ITPros atualizada. Vejam aqui.

 

 

Artigo – Tecnologia: o que esperar em 2013? Por Cezar Taurion

Por Cezar Taurion

Diretor de novas tecnologias aplicadas da IBM Brasil

Estamos no inicio de 2013. E, aparentemente, os maias erraram.

Aliás, prever o futuro é quase impossivel. De maneira geral a previsões falham porque não conseguimos identificar as informações realmente relevantes em meio ao ruído de dados e informações que nos cerca. Muitas vezes, limitados pelas nossas experiências, presumimos que a realidade atual vai se repetir indefinidamente. E não consideramos disrupções e quebra de paradigmas.

Em fins do século XIX, o jornal londrino The Times previu que a sujeira dos cavalos soterraria Londres em menos de 40 anos. Mas poucos anos depois surgiu o automóvel, que foi uma disrupção nos meios de transporte. Na área de TI os últimos dez anos trouxeram muito mais mudanças que os 50 anos anteriores. Portanto, há dez anos nenhuma tendência incluiria smartphones, tablets, Facebooks e Twiters (leia-se mídias sociais) e cloud computing. E com a aceleração crescente das mudanças tecnológicas, as chances de acerto de qualquer previsão diminuem drasticamente!

Interessante que todo final de ano os analistas de indústria insistem em publicar suas previsões para o ano seguinte. Em minha opinião, prever tendências tecnológicas é bem diferente de lançamentos de moda. Não existe a cor do ano, mas tendências que vão se consolidando com o tempo. Muitas vezes, ao olharmos em curto prazo, não conseguimos distinguir grandes diferenças, pois nossa percepção das mudanças é linear. Somente com o passar do tempo é que sentimos quão impactante foi para a sociedade e as empresas o surgimento de uma determinada tecnologia ou conceito.

Assim, neste post vou dar minhas opiniões (e enfatizo que são pessoais) do que provavelmente veremos acontecer nos próximos cinco anos.

Creio que, nos próximos cinco anos, ficará claro que a convergência tecnológica de quatro forças ou ondas que ainda estão em formação, ou mesmo ainda são tsunamis em alto mar, estarão causando disrupções significativas na indústria de TI e no uso da tecnologia. Sim, falamos de cloud computing, mobilidade, social business e Big Data. Olhá-las de forma isolada é enganoso. Mas juntas provocam uma transformação na tradicional TI como nós conhecemos.

Interessante que observo que ainda existe muita relutância em adotar estas tecnologias. Encontro algumas explicações para o fato. Uma é que os avanços tecnológicos têm se tornado tão rápidos que ultrapassam nossa capacidade de entendê-los e utilizá-los de forma diferente das que usamos hoje. Não reconhecemos a quebra de paradigmas que eles embutem.

Thomas Kuhn, no seu fantástico livro “The Structure of Scientific Revolutions”, disse : “Think of a Paradigm Shift as a change from one way of thinking to another. It’s a revolution, a transformation, a sort of metamorphosis. It just does not happen, but rather it is driven by agents of change”. Mas é difícil perceber estas mudanças quando estamos no meio delas. Mais difícil ainda é começar a pensar de forma diferente quando todos os outros pares pensam sob o paradigma dominante. O efeito “multidão” é altamente inibidor. Apenas reconhecemos que o que temos não nos atende mais, mas ainda não percebemos que um novo paradigma já está sobre nós.

Outra explicação é a tradicional relutância diante do novo. Douglas Adams, famoso escritor de ficção, autor do conhecido “O Mochileiro das Galáxias”, escreveu: “Everything that’s already in the world when you’re born is just normal. Anything that gets invented between then and before you turn 35 is incredibly exciting and creative and, given opportunity, you can make a career out of it. Anything that gets invented after you’re 35 is against the natural order of things and the beginning of the end of civilization as we know it, until it’s around for about 10 years, when it gradually turns out to be alright”.

As áreas de TI, que antes eram porta de entrada das tecnologias nas empresas, estão sendo sobrepujadas pelos usuários. Vem deles a adoção de tecnologias inovadoras e a força da chamada “consumerização de TI” é muito mais impactante do que parece à primeira vista. Na verdade, desloca o eixo gravitacional da adoção de TI para fora da TI, pela primeira vez na história da TI corporativa. Esta nova geração de TI pode ser definida de forma simplista como de uso fácil e intuitivo, altamente móvel e social. Bem diferente da TI do teclado e mouse, que precisa esperar meses pela aquisição e entrada em operação de servidores físicos, além de armazenar e tratar as informações basicamente para atender aos sistemas transacionais. TI é hoje uma organização centralizadora, gerenciada por processos, que pastoreia seus usuários, definindo o que pode e o que não pode ser usado. Mas em cinco anos continuará assim? Pesquisas mostram que, em 2016, 80% dos investimentos de TI envolverão diretamente os executivos das linhas de negócio, e que eles serão os decisores em mais da metade destes investimentos.

Uma TI tradicional, com seu imenso backlog de aplicações, conseguirá justificar durante muito tempo todo este aparato quando, com um simples clique de um botão virtual em um tablet, podemos fazer download de uma aplicação intuitiva e fácil de usar (dispensa manuais), contratar serviços de um aplicativo SaaS ou, até mesmo, disparar um processo de criação de uma aplicação inovadora, como pode ser feito por serviços como o TopCoder?

Hoje vejo que existem duas percepções diferentes. TI olha a vinda destas tecnologias sob sua ótica tradicional e as tenta colocar sob o paradigma de comando e controle pela qual o próprio departamento de TI foi construído. Por outro lado, os usuários não querem mais ser tutelados desta forma. E aí, creio que neste ponto, é que veremos as tendências se consolidando nos próximos anos. Estes tsunamis tecnológicos nos obrigarão a buscar uma convergência das visões e percepções tanto de TI quanto dos usuários. Os extremos tentarão encontrar o ponto de equilíbrio. Mas, para mim, uma consequência é indiscutível: TI não poderá mais se manter burocrática e quase ditatorial como hoje. Caso se mantenha indiferente ou contrária a estes movimentos, o termo “shadow IT”, que hoje denomina a TI que corre por fora do controle da área de TI, impulsionada pelos usuários, passará ser a denominação da própria TI…

Mobilidade
Analisando as tecnologias, começando pela mobilidade, vemos que em 2 a 3 anos o número de tablets vendidos anualmente ultrapassará o de PCs. E por que as empresas ainda não tratam os tablets com a mesma importância que os PCs? Em muitas empresas, tablets ainda são considerados “coisa de usuário”, e TI gerencia apenas os PCs. Uma explicação simples: TI se estruturou ao longo destas duas últimas décadas em torno do ambiente cliente-servidor e dos PCs baseados em Windows. iOS, Android e HTML5 são novidades (o iPad surgiu em 2009!), são territórios ainda não mapeados e, portanto, geram receios para explorações. Os processos de BYOD (Bring Your Own Device) e mesmo BYOC (Bring Your Own Cloud) não podem ser combatidos, mas TI deve ajustar seus processos a eles. Proibir uso de aplicativos e facilidades como DropBox não será uma medida aceita por muito tempo. Por outro lado, TI não pode ignorar suas responsabilidades com a segurança e a integração de dados e sistemas. Portanto, a única alternativa é buscar conciliar o modelo tradicional de controle implementado no mundo dos PCs com a liberdade de acesso das apps stores. Neste item, a tendência não é apenas o uso crescente da mobilidade, que já é um fato, mas a transformação que a área de TI deverá fazer para entender e incentivar (e não inibir) estas tecnologias.

Mídias Sociais
Se olharmos as mídias sociais veremos uma sinergia muito grande com mobilidade. Pelo menos metade dos usuários do Facebook acessa a plataforma via smartphones e tablets. Facebook, por exemplo, é a quarta aplicação em número de downloads para aparelhos Android. O mundo está cada vez mais móvel e social, e social business já é realidade. Social business não é apenas uma conta no Twitter ou uma fan page no Facebook, mas uma verdadeira transformação nos negócios. Recomendo ler o relatório da McKinsey, intitulado “The social economy: unlocking value and productivity thhrough social technologies”, para termos uma ideia do seu impacto. Bem, social business não é da competência de TI. É uma transformação dos negócios que deve ter suporte de TI. Novamente um desafio para o setor de TI: como potencializar (entrar no mundo do “social everything”) e não inibir o uso de plataformas que muitos CIOs nem usam?

Cloud Computing
Outro conceito que aparece com destaque é cloud computing. Também não considero mais uma tendência, mas realidade. Até o fim da década nem mais usaremos o termo cloud computing, mas apenas computing, pois este será o modelo (ou paradigma computacional) dominante. Interessante que ouço alguns questionamentos, como segurança, de gestores de TI que têm um data center de pequeno a médio porte, e que nem aos menos têm uma politica de segurança colocada em prática… Me parece que é a percepção que a segurança é dada pela sensação de controle fisico, quando o servidor está sob suas vistas. O que, na verdade, é uma percepção falsa, pois os bits acessados ou alterados indevidamente não são vistos fisicamente… Na média, um típico data center apresenta mais indisponibilidades (outages) que um data center de um bom e confiável provedor de nuvem. Cloud Computing também vai proporcionar a criação de novos modelos de negócio, em todos os setores, inclusive TI. A consultoria IDC estima que, por volta de 2016, cerca de ¼ do espaço dos grandes data centers americanos serão de provedores de cloud, e que a Amazon se tornará um dos fornecedores de servidores top 3, embora estes sejam virtuais.

Big Data
E finalmente Big Data. Segundo a IDC, em 2013, o universo digital, o total de dados criados e replicados, será de 4 ZB, quase 50% mais que este ano e quatro vezes maior do que em 2010. Mas a maioria das empresas ainda não percebeu o tsunami que é Big Data, porque ele ainda está em alto mar. Mas rapidamente estará no litoral, provocando disrupções. Em minha opinião, Big Data embute tanto o potencial de mudanças quanto nanotecnologia e computação quântica. Os desafios que Big Data ainda apresenta são inúmeros, mas eu acho que o principal é a falta de expertise e skills para lidar com o conceito e suas tecnologias. A demanda por novas funções, como CDO (Chief Data Officer) e data scientist, começarão a exigir respostas rápidas da academia. Big Data demanda conhecimento em novas tecnologias e, principalmente, mudanças no mindset da empresa. Seu valor está diretamente relacionado com o conceito de openness, ou seja, a empresa sem silos entre departamentos e mesmo aberta a conexões com clientes e parceiros.

Portanto, ao falar de tendências não se atenha a tecnologias, mas às mudanças pontuais que já estamos observando e que, em breve, estarão claramente disseminadas e visíveis nas áreas de TI e, também, por consequência, nos provedores de serviços e produtos de TI. A área de TI, caso não queira ser relegada a um simples departamento de PBX, deverá ser redesenhada. Deverá entender, adotar e aceitar o papel de liderar as transformações que a tecnologia está (e estará) exercendo sobre as empresas nos próximos anos. Portanto, a principal tendência para os próximos anos, é a mudança do papel de TI, passando a ser o impulsionador das transformações de negócio, e não mais um centro de custo subordinado ao CFO ou diretor administrativo.

E-Book Gratuito sobre Hyper-V no Windows Server 2012 oferecido pela Veeam

A Veeam, empresa parceira Microsoft e que oferece soluções de backup e gerenciamento para Hyper-V e também VMWare, disponibilizou os primeiros 5 capítulos (180 páginas) do e-book Understanding Hyper-V in Windows Server 2012, escrito por Brien Posey e com participações de Pete Zerger and Chris Henley. Os demais capítulos serão disponibilizados em breve.

O livro cobre tarefas corriqueiras de administradores Hyper-v, com passo-a-passo para as principais configurações a serem realizadas. Vale a pena a leitura!

veeam-ebook-2012

Download do e-book aqui

Identifique portas e aplicativos gratuitamente utilizando o CloseTheDoor

Você já precisou saber informações a respeito da utilização de portas TCP ou UDP no Windows, certo? Sim, abra um Prompt de comando e digite netstat -a

Conforme exemplo abaixo, serão exibidas as portas que estão com Conexão Estabelecida (Established), Aguardando (Time_Wait), em Escuta (Listening)…

netstat

A questão é, como saber exatamente quais aplicativos estão usando as portas listadas?

Usando a ferramenta gratuita CloseTheDoor, que identifica as portas de escuta para TCP / UDP tanto em  IPv4 quanto IPv6 e os seus reespectivos aplicativos. Além de facilitar visualmente a identificação das portas abertas, a ferramenta pode auxiliar na descoberta de brechas e falhas de segurança em um computador com Windows.

Close

Apesar de simples a ferramenta é bem completa. Por exemplo, é possivel saber a porta que um processo que está atrelado a um serviço do Windows.  Além de descobrir, você pode encerrar este processo. Algumas ferramentas nativas do próprio Windows podem ser acionadas através do CloseTheDoor, como o Regedit os Serviços do Windows o Gerenciador de Tarefas (Task Manager) e até mesmo as Conexões de Rede.

Outros comandos também podem ser executados e exportados para arquivos texto para documentação, como, por exemplo, a lista das varíaveis de ambiente do Windows:

ENV

Outro recurso legal da ferramenta são os links de referência com informações sobre portas, serviços e configurações relevantes sobre o assunto.

Adicionem o CloseTheDoor ao seu Kit de ferramentas!

 

 

Apple iPad Quick Reference Card

Ola pessoal,

A dica de hoje vai para quem possui IPAD ou presta suporte a clientes que tenham.

Encontrei na web um “cartão” de referência com informações relevantes sobre o equipamento, sua forma de utilização, aplicativos, dicas e truques. Muito interessante.

Download em http://ipad-reference-card.com/3819

Freeware – Magical Jelly Bean Keyfinder

Ola pessoal,

mais uma ferramenta gratuita bem simples, bastante util e que não pode faltar no seu kit de ferramentas. O Magical Jelly Bean Keyfinder recupera os seriais (product keys) dos softwares instalados na máquina.  A ferramenta possui suporte a execução em máquinas com Windows (7, Vista, XP, 2000, ME, 98, 95 e Server 2000/2003) e Office (2010, 2007, 2003 e XP).

Ontem mesmo aqui no trabalho precisamos descobrir o serial de um servidor com Windows Server 2003 pois o mesmo seria reinstalado. Esta ferramenta nos auxiliou. Há tempos atrás publiquei um post sobre o Produkey, uma ferramenta similar, mas que dependendo do antivirus pode ser identificado como uma ameaça. Por isso é bom ter várias opções de ferramentas para uma mesmo ação.

No site da ferramenta está descrito o suporte a Windows 8, porém após realizar testes verifiquei que não funciona. A ferramenta exibe a chave de forma incorreta (BBBBB-BBBBB-BBBBB-BBBBB-BBBBB).

A versão gratuita roda também em plataforma 64 Bits e possui uma versão paga, mais completa, que segundo o site, identifica o serial de mais de 3600 softwares. Esta versão custa $24,95.

jelly

 

 

 

 

 

 

 

Vejam a lista completa de ferramentas gratuitas que mantenho aqui no site. Indiquem novas! Dêem suas sugestões!

Agora é oficial: Surface Pro disponível on dia 09 de Fevereiro nos EUA

No mesmo dia em que publiquei que nas próximas semanas o Tablet Surface Pro estaria disponível,  a Microsoft confirmou que a versão completa do seu Tablet com Windows 8 será vendido a partir do dia 09/02 inicialmente somente nos Estados Unidos e Canadá, tanto nas lojas oficiais da Microsoft quanto online no site da empresa.

Além da versão Pro, a Microsoft também vai disponibilizar o Surface RT com 64 GB de espaço para armazenamento por 599 dólares.

Ainda não há previsão para venda dos Tablets Surface aqui no Brasil.

Vejam mais sobre em http://www.microsoft.com/Surface/en-US

CES 2013, lançamentos e algumas tendências

CES 2013, lançamentos e algumas tendências

Por Paulo Sant´anna

Entre os dias 8 e 11 deste mês ocorreu a feira anual Consumer Eletronics Show (CES) na edição 2013. Para quem não conhece, o evento faz parte do calendário mundial dos amantes de tecnologia e nele grandes fabricantes anunciam novidades e lançam produtos.

ces2013

O interessante é que neste ano os PCs, que tradicionalmente eram os grandes destaques da feira, neste ano foram ofuscados por smartphones, tablets e TVs, que cada vez mais trazem recursos e funcionalidades de PCs como assistir videos via steaming através de serviços como o Netflix e navegar na web, inclusive utilizando teclado e mouse. A tendência é que usuários que utilizem computadores apenas para acesso a web substituam os mesmos por uma SmartTV, além de haver uma convergência entre os diferentes dispositivos.

Sem duvida alguma o mercado de TI já mudou, o PC deixou de ser o elemento principal do ecossistema. Esta afirmação pode ser comprovada com a queda anual no numero de PCs vendidos. Na verdade, os grandes fabricantes já estão investindo em Notebooks finos e leves, com telas sensíveis ao toque, que sejam híbridos, podendo tornar-se tablets, até para atrair os consumidores que podem ter duas funcionalidades em um equipamento. Com o teclado conectado, terá um notebook poderoso e leve. Desconectando o teclado, terá um tablet. Ponto para o Windows 8, que é um sistema adequado para as duas plataformas.

Vale citar que no mercado corporativo, grandes empresas ainda compram PCs em um bom número, o que acaba dando uma “sobrevida” a este tipo de equipamento.

Lançamentos da Asus, Amazon e Google

A Asus anunciou semana passada um Tablet com Android, na versão 4.1 (Jelly Bean) que é similar ao Nexus 7, da Google e fabricado pela própria Asus. Segundo esta, o Nexus, modelo com 16 GB e sem 3G vai ser vendido aqui no Brasil por R$ 1.300,00.

Aliás, a Amazon instalou quiosques em 4 shoppings aqui no Brasil, onde o Kindle está exposto para visualização, teste e compra por R$ 299, valor que pode ser dividido em até 12 vezes sem juros. O interessante é a possibilidade do publico poder conhecer o produto e verificar a experiência de leitura em um dispositivo e-reader. Lembrando que a Livraria Cultura já oferece, o Kobo,  um e-reader similar e que vende livros no formato digital aqui no Brasil.

Kobo

Existem rumores que a Google está interessada em ingressar no mercado de desktops e notebooks com o Android. Na minha opinião, a plataforma ainda não é a ideal para, por exemplo, substituir a plataforma Windows. Ainda tem que evoluir muito. Na plataforma móvel, o sistema é excelente, principalmente em celulares.

De qualquer forma, a Microsoft deve se preocupar até pelo anúncio feito pela própria empresa de que foram vendidos 60 milhões de licenças do Windows 8. Este número equivale ao do lançamento do Windows 7, mas esperava-se que o novo sistema daria um ânimo e um gás a mais na venda de PCs, fato que não ocorreu.  A aposta é que com o lançamento de novos computadores e notebooks sensíveis ao toque, a adoção ao Windows 8 aumente.

Surface Pro a caminho

Tudo indica que o tablet Surface Pro deverá ser lançado nas próximas semanas. Serão duas versões, o modelo com 64 GB terá o preço de 899 dólares e o modelo com 128 GB custará 999 dólares. Ambas terão 4 GB de memória RAM, tela de 10,6 polegadas e processador Intel da família Ivy Bridge. Existe uma grande expectativa na chegada da versão Pro que vai possibilitar ao usuário ter a mesma experiência que em um PC/Notebook com Windows 8, onde poderão ser instalados aplicativos x86 e não apenas apps baixados da Loja da Microsoft.

ms-surface-pro

Lembrando que o modelo RT do Surface, baseado em processador ARM foi lançado em 26 de Outubro do ano passado nos EUA, porém não caiu ainda nas graças do consumidor. Além de uma versão bem limitada e a baixa oferta de aplicativos para a plataforma contribuíram para a baixa adoção. Na verdade, a Microsoft ainda não divulgou o numero de unidades vendidas.

O ano de 2013 será bem movimentado e nós profissionais de tecnologia devemos acompanhar essa avalanche de novos produtos que serão lançados.

Artigo: Nuvem como Armamento Militar. Por Paulo Pagliusi

nuvem

Pode a computação em Nuvem ser vista como uma Arma Militar?

Sempre que o ser humano inventa uma nova tecnologia, rapidamente alguém sempre consegue transformá-la em armamento. Vejam, por exemplo, o avião e a energia nuclear. Se alguém pensou que com a  Internet e a computação em nuvem poderia ser diferente, pensou errado. Mesmo contendo algo tão abstrato como pura informação, militares e ciberterroristas já aprenderam como transformar a nuvem computacional em uma poderosa arma militar.

Observe os notórios acontecimentos das últimas semanas: especialistas em Segurança Cibernética suspeitam que o Irã orquestrou um ataque coordenado sobre os sites on-line dos maiores bancos dos EUA. E eles não usaram “cyberninjas” ou hackers mentores superdotados – pelo menos, não da forma romantizada por Hollywood. Em vez disso, os atacantes tomaram o controle de vastos parques de serviços de hospedagem em nuvem e lançaram uma torrente de tráfego nos sites dos bancos, até provocarem um colapso em cada um, sob a enorme carga desferida. Os hackers fizeram com que a navegação dos sites entrasse em colapso, ao enviarem milhares de solicitações de acesso simultâneas com ajuda de computadores-zumbi, provocando a negação do serviço.

Além de ataques distribuídos de negação de serviço (DDoS), os serviços em nuvem estão tornando cada vez mais fácil aos hackers hospedarem anonimamente códigos de malware que incorporam-se em sites e anúncios. No mais perigoso dos ataques, os internautas  não precisam fazem nada mais do que visitar um site infectado, para o malware começar a se espalhar a partir de seus computadores de uma forma viral, principalmente quando utilizam ataques zero-day.

Tal como acontece com a maioria das tecnologias militares, ofensivas via nuvem são relativamente fáceis (e nem tão caras) para se orquestrar, mas extremamente difíceis de se defender. Se os exemplos anteriores de corridas armamentistas podem servir como indicação, ao invés de agirem logo – de maneira concreta e eficaz -, os especialistas em segurança cibernética podem estar discutindo, dando entrevistas à mídia ou, simplesmente, jogando conversa fora por um tempo longo demais.

Adaptação e tradução: Paulo Pagliusi – Sócio-Diretor da Procela.

Fontes: Cloud Tweaks e O Globo

DetectVM – Identifique se o servidor é virtual e qual o hypervisor

Ola pessoal,

Imaginem a seguinte situação. Você chega em um cliente, que por sua vez não tem documentação do ambiente ou alguém para te dar orientações e você precisa identificar se o servidor Windows que você está acessando é fisico ou virtual e mais, se for virtual, precisa saber sob qual tecnologia de virtualização (Hypervisor) aquele servidor está rodando.

Como fazer isso? Verificando os dispositivos no Gerenciador de Dispositivos, se a ferramenta de Integração com o Hardware está instalada…

Mas podemos fazer isso utilizando a ferramenta DetectVM, gratuita e que além de identificar se o servidor em questão é virtual informa em qual hypervisor (Hyper-V, VMWare ou Citrix) está baseado.

Como utilizar? Muito simples.

Faça o download aqui e execute no servidor que você quer obter as informações conforme exemplo abaixo:

Servidor Virtual rodando em VMWare

vm

Espero que tenham gostado da dica e até a próxima.