Diário de Uberlândia – Coluna Mundo Tech – 11/08/2019

Olá pessoal,

Segue abaixo a coluna Mundo Tech publicada no último domingo no Jornal Diário de Uberlândia.

Vembu – Responda em dois minutos à pesquisa do SysAdminDay e concorra à vouchers de $20 na Amazon

VembuSurvey

Olá pessoal,

No dia 26/07 é comemorado o SysAdmin Day e a Vembu, parceira deste blog, por gratidão aqueles que formam a considerada espinha dorsal da TI, criou uma pesquisa para que possamos compartilhar algumas informações referente à nossa atividade e papéis desempenhados.

Responda a pesquisa em 2 minutos e concorra a vouchers vale presente de $20 da Amazon.

Link da pesquisa: https://bit.ly/2XMKQVu

Mundo Tech – Coluna semanal sobre tecnologia no jornal Diário de Uberlândia

Olá pessoal,

Ontem foi a estréia da minha coluna (vejam abaixo) sobre tecnologia no Jornal Diário de Uberlândia.  A coluna se chama Mundo Tech e será publicada todos os domingos. Fiquem à vontade para propor temas, mandar informações, perguntas e dúvidas.

Seguem as minhas redes para interação:

E-mail: contato@paulosantanna.com
Linkedin: https://www.linkedin.com/in/paulosantanna/
Twitter: @paulo_santanna
Instagram: @prsantanna

Eu aguardo contato de vocês!

DHCP – Buscando reservas de IP via Mac Address

Olá pessoal,

estamos de volta após um intervalo de muito trabalho, eventos e atividades.

PromptComandoImaginem o seguinte cenário. Preciso descobrir se um determinado notebook possui reserva no servidor DHCP com Windows Server 2008 R2.

Como proceder?

Opção 1: Visualizar cada uma das inúmeras reservas criadas em busca do Mac Address do equipamento em questão.

Opção 2: Executar o comando abaixo no prompt do servidor DHCP:

netsh dhcp server dump | find /i”Endereço_Mac”

Exemplo: netsh dhcp server dump | find /i”681401a5b907″

Será feita uma consulta no servidor em busca de uma reserva, se houver será exibida, se não houver nada será mostrado.

Para obter a lista de todas as reservas criadas no servidor DHCP execute:

netsh dhcp server dump

Para facilitar a pesquisa e também documentar as reservas jogue o resultado para um arquivo através do comando abaixo:

netsh dhcp server dump >reservasdhcp.txt

Espero ter ajudado com mais uma dica útil para o nosso dia a dia de suporte e administração de servidores.

Até a próxima!

Byte Papo – Episódio #1 – Série Certificação de TI

Olá pessoal,

Neste primeiro episódio do Byte Papo, Luiz Felipe Ferreira e eu falamos sobre o lançamento da série sobre Certificações que vamos fazer. Vejam no vídeo abaixo e aguardem os próximos!

Projeto Byte Papo

byte_papo_twitter_NOVOOlá pessoal,

Está no ar o primeiro vídeo do Byte Papo, projeto que idealizei com meu amigo Luiz Felipe Ferreira e que visa trazer conteúdo de qualidade sobre Tecnologia da Informação para profissionais, estudantes e entusiastas.

Teremos convidados, entrevistas, discussões e bastante bate papo sobre assuntos relevantes a respeito da área em que atuamos. Obviamente não poderiam faltar os sorteios, então aguardem novidades.

Nos acompanhem em nossas redes sociais e mandem seus comentários, críticas e sugestões!

Twitter: https://twitter.com/byte_papo
Instagram: https://www.instagram.com/byte_papo
Facebook: https://www.facebook.com/BytePapoo/

Assistam o vídeo de lançamento abaixo.

Abraços e até a próxima!

Estudo Dell EMC: só 5% das grandes empresas têm ambientes de TI preparados para a transformação digital dos negócios

  • 71% das empresas concordam que não serão competitivas sem a Transformação da TI, segundo o estudo da ESG, que consultou 1.000 companhias de grande porte ao redor do mundo, sendo 100 delas no Brasil
  • As organizações consideradas maduras têm 7 vezes mais probabilidade de reconhecer a TI como diferencial competitivo e como um centro de lucro
  • 96% das empresas mais maduras ultrapassaram as metas de receitas no ano passado e têm mais de o dobro de chances de atingir seus objetivos

Um estudo da empresa de análises e pesquisas ESG (Enterprise Strategy Group), patrocinado pela Dell EMC –  fornecedora que reúne a oferta mais abrangente e inovadora de soluções corporativas de TI da indústria – identificou que a maioria das grandes empresas (71%) concorda que para se manterem competitivas precisarão realizar uma Transformação da TI, com o objetivo de adaptar-se à digitalização dos negócios. Apesar disso, só 5% das organizações ao redor do mundo já estão preparadas para esse novo momento, por meio de infraestruturas, processos e metodologias adequados.

O estudo batizado de “Curva de Maturidade na Transformação da TI”, entrevistou 1.000 decisores de TI de empresas privadas e públicas, com mais de 1.000 funcionários em todo o mundo, sendo 100 deles no Brasil. As organizações consultadas foram segmentadas em quatro grandes grupos (Transformadas, Em Evolução, Emergentes e Legadas), de acordo com o estágio de maturidade na Transformação da TI.

Dell_curva_de _maturidade

O levantamento identificou que uma minoria (5%) das grandes corporações já se encaixa no perfil de ‘Transformadas’, que inclui as empresas mais maduras e que implementaram infraestruturas, processos e alinhamentos organizacionais adequados às necessidades da Transformação de TI. Por outro lado, 41% das empresas estão na fase de ‘Em Evolução’, na qual demonstram compromisso com essa transformação e têm alguns projetos de modernização das tecnologias do data center e nas metodologias de entrega da TI.

Ainda segundo o estudo, a maioria das organizações (42%) se encaixa no grupo de ‘Emergentes’, com alguns progressos rumo à Transformação de TI, mas com poucos projetos em andamento para modernização das tecnologias do data center. E, por fim, outros 12% das empresas se encaixam entre as ‘Legadas’, com pouquíssimo – ou nenhum – avanço nas questões relacionadas à Transformação de TI.

“Esse estudo confirma a percepção da Dell EMC de que a TI deve ter um papel cada vez mais relevante nesse momento de transformação digital dos negócios, que afeta empresas dos mais diversos setores e perfis”, afirma Giampaolo Michelucci, Presidente de Enterprise da Dell Brasil. “A Transformação Digital dos negócios já está em andamento e as empresas têm ciência disso. Mas a capacidade de as organizações se manterem competitivas nesse novo cenário passa pela modernização da infraestrutura e dos processos de TI, para responder e adaptar-se rapidamente às novas demandas do negócio, com inovações, prazos e custos adequados”, complementa.

Transformação da TI e os Resultados para o Negócio

Entre as empresas Transformadas, 85% acreditam que estão em uma posição forte ou muito forte para competir e serem bem-sucedidas no mercado nos próximos anos, contra uma média de 43% entre as organizações menos maduras (Legadas).

As organizações Transformadas também reportam avanços significativos – se comparado às demais – na capacidade de ajudar as empresas a criar produtos inovadores e em um menor prazo, automatizar processos e tarefas manuais e permitir que a TI seja encarada como um centro de lucro, em vez de um centro de custos.

Seguem abaixo alguns dos principais resultados entre as empresas Transformadas:

  • 96% excederam os objetivos de receita no último ano, o que representa um percentual mais de 2x maior do que as Legadas
  • As Transformadas são 8x mais propensas que as Legadas a avaliar um relacionamento altamente colaborativo entre a TI e o negócio
  • Fazem um ‘progresso excelente’ ao rodar a TI como um centro de lucros, em vez de um centro de custos (com um percentual 7x maior do que as Legadas)
  • São 7x mais propensas do que as menos maduras (Legadas) a ter uma TI enxergada como um diferencial competitivo para o negócio
  • Usam os recursos de TI para acelerar a inovação em produtos e o lançamento de novidades no mercado (com um percentual 6x maior do que as organizações menos maduras)

Tecnologias Transformadoras

De acordo com a ESG, a adoção de tecnologias modernas no data center, como sistemas de storage escaláveis e infraestrutura convergente e hiperconvergente, podem aumentar a agilidade e o tempo de respostas da TI, assim como as entregas e o desenvolvimento de aplicações.

O estudo “Curva de Maturidade na Transformação da TI” identificou que:

  • 54% de todas as empresas entrevistadas já usam infraestruturas convergentes ou hiperconvergentes para suportar as aplicações
  • 58% de todos os entrevistados já adotaram sistemas de armazenamento escaláveis
  • Cerca de metade das organizações começou a implementar, avaliar ou planejar a adoção de tecnologias definidas por software (data center definido por software) e enxergam a adoção desses sistemas em longo prazo
  • 65% dos respondentes fizeram um progresso ‘excelente’ ou ‘aceitável’ para oferecer ao usuário que está na ponta a capacidade de utilizar os recursos de TI como se os mesmos estivessem em uma cloud pública
  • 43% dos entrevistados fizeram uma adoção de princípios e melhores práticas de DevOps

Por fim, o levantamento aponta que a Transformação da TI tem levado a uma maior cooperação e um melhor relacionamento entre as áreas de TI e negócios. Como reflexo, 36% das corporações consultadas apontam que os resultados do departamento de Tecnologia são avaliados mensalmente pela Diretoria e pelos principais executivos da organização.

Além disso, em 39% das empresas que participaram da pesquisa, o principal executivo de TI reporta diretamente para o CEO.

Papo de MVP #4 – Novidades no mercado de TI

Olá pessoal,

Neste quarto vídeo da série “Papo de MVP” meu amigo Alexandro Prado e eu conversamos sobre as novidades que ocorreram no mundo de TI entre agosto e inicio de setembro, além de eventos, lançamentos e muito mais. Assistam e comentem!

 

Violações de cibersegurança impactam 9 em cada 10 organizações no Brasil

Erros humanos são os que mais contribuem para o risco à segurança, é o que mostra pesquisa realizada pela CompTIA, com mais de 1.500 executivos em 12 países.

Nove em cada 10 organizações no Brasil foram atingidas, por pelo, menos uma violação de segurança no ano passado, sendo que a maioria das violações foram classificadas como graves, de acordo com o novo relatório divulgado pela CompTIA, associação do setor de TI, sem fins lucrativos e reconhecida mundialmente como referência em certificações vendor-neutral.

O relatório Tendências Internacionais em Segurança Cibernética também revela que as organizações estão alterando as práticas e políticas de segurança devido a maior dependência da computação em nuvem e soluções de tecnologia móvel.

Mais de 1.500 executivos de negócios e de tecnologia em 12 países foram pesquisados. O relatório inclui dados da Austrália, Brasil, Canadá, Alemanha, Índia, Japão, Malásia, México, África do Sul, Tailândia, Emirados Árabes Unidos (EAU) e Reino Unido (UK). No Brasil, 126 executivos foram pesquisados.

A pesquisa aponta que 73% das organizações relataram alguma brecha no ano passado. Na comparação com os demais países pesquisados, o Brasil ficou entre os mais vulneráveis a riscos de segurança. “Apenas 13% das empresas brasileiras afirmaram não ter tido qualquer tipo de experiência com violação de segurança”, destacou a executiva de negócios da CompTIA, Tatiana Falcão.

“Nossa pesquisa também constatou que 90% das empresas brasileiras esperam que cibersegurança torne-se uma prioridade mais elevada ao longo dos próximos dois anos”, disse Tatiana. Ainda segundo a executiva, existe uma forte tendência no País de direcionamento de recursos para o aprimoramento do desenvolvimento profissional dos funcionários. A CompTIA tem realizado grandes volumes de investimentos no Brasil e a procura pelas certificações duplicou no último ano, esse aumento também reflete a demanda crescente sobre cibersegurança no Brasil.

No Brasil 87% das organizações disseram que experimentaram pelo menos uma violação de segurança cibernética ou incidente nos últimos 12 meses.

Oitenta e um por cento das empresas brasileiras relatam violações de segurança cibernética relacionadas a dispositivos móveis, tais como dispositivos perdidos, malware móvel e ataques de phishing, além da desativação dos recursos de segurança pelos funcionários. Os erros humanos são os que mais causam riscos à segurança cibernética com 58%, contra 42% de erros tecnológicos.

Mudanças nas operações de TI, quer devido a uma maior dependência da tecnologia móvel, pelo uso de soluções baseadas em nuvem ou algum outro fator, são os principais caminhos para alterar as abordagens à segurança cibernética, de acordo com as empresas brasileiras pesquisadas para o relatório.

As organizações estão tomando medidas para avaliar e melhorar o conhecimento sobre cibersegurança entre os seus empregados. As práticas incluem orientação a novos funcionários, programas de formação contínua, cursos on-line e auditorias de segurança aleatória.

Mas os resultados até agora têm sido mistos. Apenas 27% das organizações avaliam sua educação sobre cibersegurança e seus métodos de treinamento como extremamente eficazes. Fazer o treinamento de funcionários ser obrigatório, entregar uma formação mais abrangente e mais frequente, com a combinação de testes e avaliações são algumas das medidas que melhorem a eficácia, disseram executivos.

Os principais pontos que necessitam de atenção na abordagem da cibersegurança no Brasil são:

  • Mudanças nas operações de TI;
  • Mudanças nas operações comerciais ou na base de clientes;
  • Adquirir conhecimento por meio de treinamento e certificação;
  • Foco em uma nova indústria vertical;
  • Relatórios de violações na cibersegurança de outras empresas.

Nove em cada 10 executivos e gerentes no Brasil acreditam que é importante testar o funcionário após o treinamento de segurança cibernética para confirmar os ganhos de conhecimento, enquanto que 93% indicam que as certificações para profissionais de TI são valiosas ou muito valiosas como uma forma de validar conhecimentos e habilidades relacionadas à segurança cibernética.

O relatório International Trends in Cybersecurity é baseado em uma pesquisa online com 1.509 executivos de negócios e de tecnologia realizada em janeiro e fevereiro de 2016. Para baixar o relatório visite https://www.comptia.org/resources/international-trends-in-cybersecurity.

Sobre a CompTIA

A Computing Technology Industry Association (CompTIA), é uma associação sem fins lucrativos que atua como a voz da indústria de tecnologia da informação. Com cerca de 2.000 empresas associadas, 65.000 usuários registrados, 3.000 parceiros acadêmicos e de treinamento e mais de dois milhões de certificações de TI emitidas, a CompTIA é dedicada ao avanço e crescimento da indústria por meio de programas de ensino, pesquisa de mercado, eventos, certificações profissionais e defesa de políticas públicas.  Para conhecer mais, visite CompTIA online, Facebook, LinkedIn e Twitter.

Demanda por analistas de cibersegurança aumenta

Estudo da CompTIA indica que conforme as empresas aprimoraram suas práticas de cibersegurança, elas devem se preparar para navegar em um complexo ambiente de contratação.

O cargo de analista de segurança cibernética foi o que mais cresceu no ano passado, e a demanda continuará aquecida em 2016, de acordo com pesquisa da CompTIA com 673 empresas de segurança de TI.

Cada mês de janeiro a CompTIA, associação do setor de TI, sem fins lucrativos e reconhecida mundialmente como referência em certificações vendor-neutral, produz seu estudo anual IT Industry Outlook, examinando as principais tendências e fatores de crescimento que irão moldar a indústria de TI, canais de vendas e força de trabalho para os próximos 12 meses.

O estudo indicou que, conforme as empresas aprimoram suas práticas de cibersegurança, elas devem se preparar para navegar em um ambiente complexo contratação se quiserem garantir a qualificação dos talentos.

O relatório também revelou que cibersegurança subiu para o topo das estratégias operacionais das organizações e descreveu como as organizações podem reter talentos de segurança de alto nível.

“É sempre interessante comparar opiniões de diferentes segmentos de trabalhadores. Entre os executivos C-level, a pesquisa indica que há um foco pesado em estratégias de transformação de negócios digitais,” Tim Herbert, vice-presidente sênior de pesquisa e inteligência de mercado da CompTIA, diz . “Isto poderá implicar em mais análise de dados para melhorar a tomada de decisão, ou automatizar processos de rotinas por meio de aplicações de software-as-a-service para maximizar a produtividade.”

Em comparação, quando a CompTIA realizou uma pesquisa informal com 400  funcionários de nível médio, o pedido de tecnologia de ponta para 2016 foi um novo computador, seguido de uma melhor experiência de usuário com a tecnologia já existente na empresa.

“Isso destaca as dificuldades que as organizações enfrentam em equilibrar as prioridades: a necessidade de dedicar tempo e recursos para impulsionar a inovação e, ao mesmo tempo, manter e suportar as necessidades de tecnologia do núcleo de trabalhadores”, explicou.

Seth Robinson, diretor sênior de análise de tecnologia da CompTIA, observou que uma das tendências mais quentes, que um especialista em segurança deve focar, são nas habilidades em torno da segurança de dados.

“Como as empresas fazem maior uso de novos modelos de tecnologia – nuvem e mobilidade são dois exemplos – e os dados viajando fora das paredes da empresa mais e mais frequentemente, a importância da segurança de dados está crescendo rapidamente”, disse ele. “Você vê empresas que se deslocam do orçamento de antivírus e firewalls para algumas dessas novas ferramentas, tais como soluções de prevenção de perda de dados.”

“Nós estamos vendo mais e mais organizações casarem a segurança da TI às suas necessidades de negócios”, disse James Stanger, diretor sênior de gerenciamento de produtos da CompTIA. “Os profissionais de segurança precisam pensar muito mais como uma empresa ou como uma pessoa de finanças.”

Ele explicou que, como o perímetro de segurança tradicional se dissolveu na nuvem, há uma maior demanda por conjuntos de habilidades híbridas que fundem analytics, negócios e segurança.

“Do ponto de vista empresarial, é necessário avaliar a quantidade de dinheiro que se está gastando, e quais funções críticas de negócios, somos capazes de proteger”, disse ele. “Do lado da análise, deve ser alguém que pode usar os dados da organização para ser preditivo sobre as violações de segurança e falhas que possam vir a acontecer; tentar prever de onde um ataque pode vir, ou onde pode existir um ponto fraco.”

O relatório IT Industry Outlook 2016 é baseado em pesquisa realizada em dezembro de 2015, com 673 empresas da indústria de TI localizadas nos EUA, Reino Unido e Canadá. O relatório completo, com 43 páginas, está disponível sem custos, com um simples registro. Para fazer download do relatório visite https://www.comptia.org/resources/it-industry-outlook-2016-final?cid=download.

Sobre a CompTIA

A Computing Technology Industry Association (CompTIA), é uma associação sem fins lucrativos que atua como a voz da indústria de tecnologia da informação. Com cerca de 2.000 empresas associadas, 65.000 usuários registrados, 3.000 parceiros acadêmicos e de treinamento e mais de dois milhões de certificações de TI emitidas, a CompTIA é dedicada ao avanço e crescimento da indústria por meio de programas de ensino, pesquisa de mercado, eventos, certificações profissionais e defesa de políticas públicas.  Para conhecer mais, visite CompTIA online, Facebook, LinkedIn e Twitter.