Papo de MVP #6 Carreira, revistas, livros e hardware para Consultores de TI

Olá pessoal,

Eu e meu amigo Alexandro Prado gravamos o sexto vídeo da série Papo de MVP e falamos sobre carreira, revistas, livros e hardware para Consultores de TI.

Assistam e até a próxima!

Ask fm – Faça sua pergunta e vamos interagir

askfm

Olá pessoal!

De forma a ter mais um canal de interação com vocês amigos leitores que acompanham as minhas iniciativas., eu resolvi criar um perfil no ask fm (http://ask.fm/paulo_santanna), um serviço de perguntas e respostas bem interessante.

Podemos e devemos trocar muitas informações e para participar é muito simples. Mandem perguntas com até 300 caracteres acessando o meu perfil e eu terei o maior prazer em respondê-las. Ainda estou pensando como fazer com relação às respostas, que podem vir em formato de vídeo ou de áudio, sempre citando o nome do leitor, por isso peço que sempre se identifiquem de forma a termos um contato mais direto.

As perguntas que vocês mandarem também podem render vídeos, tutoriais e podcasts, portanto não deixem de participar e fiquem à vontade para falarmos sobre assuntos pertinentes à consultoria de TI, bem como eventos e programas de evangelização tecnológica, como os que eu participo e até mesmo Games.

Aguardo vocês! Vem bastante novidade por ai!

 

Demanda por analistas de cibersegurança aumenta

Estudo da CompTIA indica que conforme as empresas aprimoraram suas práticas de cibersegurança, elas devem se preparar para navegar em um complexo ambiente de contratação.

O cargo de analista de segurança cibernética foi o que mais cresceu no ano passado, e a demanda continuará aquecida em 2016, de acordo com pesquisa da CompTIA com 673 empresas de segurança de TI.

Cada mês de janeiro a CompTIA, associação do setor de TI, sem fins lucrativos e reconhecida mundialmente como referência em certificações vendor-neutral, produz seu estudo anual IT Industry Outlook, examinando as principais tendências e fatores de crescimento que irão moldar a indústria de TI, canais de vendas e força de trabalho para os próximos 12 meses.

O estudo indicou que, conforme as empresas aprimoram suas práticas de cibersegurança, elas devem se preparar para navegar em um ambiente complexo contratação se quiserem garantir a qualificação dos talentos.

O relatório também revelou que cibersegurança subiu para o topo das estratégias operacionais das organizações e descreveu como as organizações podem reter talentos de segurança de alto nível.

“É sempre interessante comparar opiniões de diferentes segmentos de trabalhadores. Entre os executivos C-level, a pesquisa indica que há um foco pesado em estratégias de transformação de negócios digitais,” Tim Herbert, vice-presidente sênior de pesquisa e inteligência de mercado da CompTIA, diz . “Isto poderá implicar em mais análise de dados para melhorar a tomada de decisão, ou automatizar processos de rotinas por meio de aplicações de software-as-a-service para maximizar a produtividade.”

Em comparação, quando a CompTIA realizou uma pesquisa informal com 400  funcionários de nível médio, o pedido de tecnologia de ponta para 2016 foi um novo computador, seguido de uma melhor experiência de usuário com a tecnologia já existente na empresa.

“Isso destaca as dificuldades que as organizações enfrentam em equilibrar as prioridades: a necessidade de dedicar tempo e recursos para impulsionar a inovação e, ao mesmo tempo, manter e suportar as necessidades de tecnologia do núcleo de trabalhadores”, explicou.

Seth Robinson, diretor sênior de análise de tecnologia da CompTIA, observou que uma das tendências mais quentes, que um especialista em segurança deve focar, são nas habilidades em torno da segurança de dados.

“Como as empresas fazem maior uso de novos modelos de tecnologia – nuvem e mobilidade são dois exemplos – e os dados viajando fora das paredes da empresa mais e mais frequentemente, a importância da segurança de dados está crescendo rapidamente”, disse ele. “Você vê empresas que se deslocam do orçamento de antivírus e firewalls para algumas dessas novas ferramentas, tais como soluções de prevenção de perda de dados.”

“Nós estamos vendo mais e mais organizações casarem a segurança da TI às suas necessidades de negócios”, disse James Stanger, diretor sênior de gerenciamento de produtos da CompTIA. “Os profissionais de segurança precisam pensar muito mais como uma empresa ou como uma pessoa de finanças.”

Ele explicou que, como o perímetro de segurança tradicional se dissolveu na nuvem, há uma maior demanda por conjuntos de habilidades híbridas que fundem analytics, negócios e segurança.

“Do ponto de vista empresarial, é necessário avaliar a quantidade de dinheiro que se está gastando, e quais funções críticas de negócios, somos capazes de proteger”, disse ele. “Do lado da análise, deve ser alguém que pode usar os dados da organização para ser preditivo sobre as violações de segurança e falhas que possam vir a acontecer; tentar prever de onde um ataque pode vir, ou onde pode existir um ponto fraco.”

O relatório IT Industry Outlook 2016 é baseado em pesquisa realizada em dezembro de 2015, com 673 empresas da indústria de TI localizadas nos EUA, Reino Unido e Canadá. O relatório completo, com 43 páginas, está disponível sem custos, com um simples registro. Para fazer download do relatório visite https://www.comptia.org/resources/it-industry-outlook-2016-final?cid=download.

Sobre a CompTIA

A Computing Technology Industry Association (CompTIA), é uma associação sem fins lucrativos que atua como a voz da indústria de tecnologia da informação. Com cerca de 2.000 empresas associadas, 65.000 usuários registrados, 3.000 parceiros acadêmicos e de treinamento e mais de dois milhões de certificações de TI emitidas, a CompTIA é dedicada ao avanço e crescimento da indústria por meio de programas de ensino, pesquisa de mercado, eventos, certificações profissionais e defesa de políticas públicas.  Para conhecer mais, visite CompTIA online, Facebook, LinkedIn e Twitter.

Recessão na área de TI?

Olá pessoal,

O ano começou com uma atmosfera de crise e recessão, o que resultaria em retração na geração de novos empregos e contratação de serviços. Mas na área de TI, este cenário não se faz presente pois as previsões das consultorias que analisam o mercado e carreiras, a tendência é o surgimento de bastante oportunidades e novos postos de trabalho abertos para técnicos, analistas de suporte e também programadores e analistas de sistema.

Apesar de estar na contra-mão da realidade atual de outras áreas, a competição na área de TI é bem acirrada, pois em grande parte das situações a oportunidade existe o que faltam são profissionais qualificados. Sem dúvida alguma, devemos investir em capacitação e especializações, fazer certificações, por exemplo, são uma excelente pedida.

Falando especificamente para nós que atuamos com suporte e infra de TI, quem acompanha meu trabalho sabe que sempre recomendo o investimento em equipamentos para montagem de ambientes e laboratório, além da leitura de bons livros técnicos e revistas se possível, apesar de que que aqui no Brasil praticamente não temos mais nenhuma publicação técnica em papel.

Vamos em frente que o ano para quem é da área de TI promete! Quem estiver preparado e capacitado estará na frente para aproveitar as oportunidades que surgirão.

Millennials são mais propensos a usar mídia social no trabalho

Mas pesquisa da CompTIA  mostra que a maioria dos trabalhadores, em todos os grupos etários (64%), acreditam que a mídia social impacta negativamente na produtividade do trabalho.

As tendências que irão mudar o ambiente de trabalho no futuro vão muito além das fronteiras entre a vida pessoal e o trabalho, é o que sugere a nova pesquisa divulgada esta semana pela CompTIA, a associação da indústria de TI sem fins lucrativos. Maior ênfase no engajamento nas mídias sociais e fortes conhecimentos sobre tecnologia são alguns dos direcionamentos que irão reinar no futuro.

“Como os Baby Boomers (nascidos antes de 1965) e a Geração X ( nascidos entre 1965 e 1980), os Millennials (nascidos entre 1980 e 2000) têm fortes preferências e prioridades sobre como eles acham que o local de trabalho deve ser “, disse Seth Robinson, diretor sênior de análise de tecnologia da CompTIA.

“Será interessante ver se estas preferências se tornarão normas com mais Millennials ocupando posições de liderança sênior; ou se os Millennials mudarão seus pontos de vista quando assumirem maiores responsabilidades diante de clientes, comunidades, colaboradores e acionistas. ”

Flexibilidade de local de trabalho

Os profissionais mais jovens, que cresceram em uma época em que a flexibilidade é a norma esperada para estender aos seus acordos de trabalho, querem atuar em empresas que oferecem uma opção de trabalho remoto, mesmo que isso signifique aceitar um salário mais baixo. Empresas que não oferecem uma opção de telecommuting, como é chamado em inglês, são vistas como antiquadas.

Em todos os grupos etários, a maioria dos trabalhadores querem um arranjo que apresente alguns dias no escritório e alguns dias em casa, com um maior número de dias no escritório. A colaboração, a conexão e a criatividade que resulta da interação face a face com colegas de trabalho continua a ser importante para os trabalhadores, independentemente da idade.

Mídias sociais

Empregados em seus 20 e 30 anos são muito mais propensos a usar a mídia social, como o Facebook, para fins de trabalho – cerca de três em cada 10 dentro de cada faixa etária. Em contrapartida, menos de 20% dos Baby Boomers usam o Facebook para fins de trabalho e 25% não usam o Facebook como um todo, para trabalho ou uso pessoal.

Além das fronteiras entre trabalho e vida pessoal – as informações que estão sendo compartilhadas por meio dos canais de mídias sociais – são motivo de preocupação entre as empresas e reconhecidas como um problema em potencial pelos próprios funcionários. A maioria dos trabalhadores em todos os grupos etários (64%) acredita que a mídia social gera impactos negativo na produtividade no trabalho.

“As organizações devem considerar seriamente a construção de uma política em torno das mídias sociais para definir comportamentos apropriados e minimizar o risco de dados sensíveis serem compartilhados”, disse Robinson.

Entretanto, isso pode ser complicado no local de trabalho do futuro. Os trabalhadores mais jovens enxergam uma maior ligação entre as mídias sociais e seu trabalho, e sentem que suas habilidades com as mídias sociais são um elemento importante do conjunto de habilidades que eles trazem para os seus empregos.

Tech Status

Três quartos dos Millennials dizem que o uso da tecnologia em uma empresa é fator importante na escolha de um emprego, em comparação com pouco mais da metade dos Baby Boomers.

À medida que o mundo se torna mais digital, as empresas com a melhor tecnologia estarão em melhor posição para competir e contratar trabalhadores mais jovens.

Quando se trata de nível de conforto e capacidade de usar tecnologia 70% dos Millennials se rotulam como “vanguarda” ou “nível superior”. Para os trabalhadores da Geração X, o valor correspondente é de 55% e para os Baby Boomers é de 30%.

O e-mail continua a ser a forma mais dominante de comunicação no local de trabalho, mas novas formas de comunicação, como o Skype  e mensagens instantâneas estão reivindicando uma parcela cada vez maior, especialmente entre os trabalhadores com idade inferior a 50 anos.

Quando surgem problemas de suporte de tecnologia no local de trabalho os trabalhadores mais jovens são mais propensos a recorrer a mensagens instantâneas, vídeo chat e o uso de aplicativos mobile para resolução. Eles também estão abertos para o uso das mídias sociais para suporte de TI relacionados à reparação, manutenção e solução de problemas de dispositivos e aplicativos.

O estudo Gerenciando a Força de Trabalho Multigeracional realizado pela CompTIA, é baseado em duas pesquisas on-line separadas: a primeira com 700 profissionais de negócio;  a segundo com 1.010 adolescentes e jovens adultos entre as idades de 13 e 24 anos. Ambas as pesquisas foram realizadas em setembro de 2015. O relatório completo está disponível gratuitamente com o registo simples em https://www.comptia.org/insight-tools.

Sobre CompTIA

A Computing Technology Industry Association (CompTIA) é uma associação comercial sem fins lucrativos que serve como a voz da indústria de tecnologia da informação. Com cerca de 2.000 empresas associadas, 55.000 usuários registrados, 3.000 parceiros acadêmicos e de treinamento e mais de dois milhões de certificações de TI emitidas, a CompTIA é dedicada ao avanço e crescimento da indústria por meio de programas de ensino, pesquisa de mercado, eventos de networking, certificações profissionais e defesa de políticas públicas.

Cloud Computing – o que é necessário para ser um profissional em nuvem?

Ao mesmo tempo em que a nuvem se torna algo comum dentro do ambiente corporativo, mais profissionais com habilidades específicas são demandados.

A CompTIA, associação comercial da indústria de TI, está desenvolvendo uma ação especial nesse mês de agosto voltada para estudantes de ensino médio e universitários, com o objetivo de divulgar o que é necessário para ser um profissional de TI, especializado em Cloud Computing.

A associação, que é dedicada ao avanço do crescimento da indústria de TI por meio de programas educacionais, pesquisas de mercado, eventos, certificações profissionais e defesa de políticas públicas, estará promovendo em suas redes sociais no Facebook e LinkedIn posts informativos com Infográficos explicando o papel do trabalho profissional em nuvem e o que é uma certificação vendor neutral, ou agnóstica. Também está disponível um ebook exclusivo sobre Cloud computing, com conteúdo em português, aborda a ascensão da nuvem, as oportunidades profissionais, as certificações CompTIA e uma entrevista exclusiva com  Bruno Salgado, um dos autores do livro “Cloud Essentials – Guia Preparatório para o Exame CLO-001”.

A ação também inclui um questionário com três perguntas sobre Cloud Computing e as certificações Cloud Essentials e Cloud+. Os participantes receberão 20% de desconto na compra dos testes de certificação.

Para quem quer começar ou avançar em uma carreira de TI, a certificação é certamente um veículo. De acordo com o 2nd  Annual IT Career Insights, estudo realizado pela CompTIA em 2014 com foco principal na melhor compreensão da importância da certificação, 66% dos profissionais de TI sustentam que a certificação CompTIA  melhora o currículo. E melhorar as oportunidades de emprego é uma das principais razões que os levou a buscar  a certificação.

Sobre CompTIA

A Computing Technology Industry Association (CompTIA) é uma associação comercial sem fins lucrativos que serve como a voz da indústria de tecnologia da informação. Com cerca de 2.000 empresas associadas, 3.000 parceiros acadêmicos e de treinamento e mais de dois milhões de certificações de TI emitidas, a CompTIA é dedicada ao avanço e crescimento da indústria por meio de programas de ensino, pesquisa de mercado, eventos de networking, certificações profissionais e defesa de políticas públicas.

Podcast 32 – Sobre a Imigração de Profissionais de TI para a Austrália. Convidados: Gabriel Torres (Clube do Hardware ) e Sergio Zanotti Stagliorio (Target Migration)

Neste podcast eu e Luiz Felipe Ferreira conversamos com Gabriel Torres (Clube do Hardware) e Sergio Zanotti Stagliorio (Target Migration) sobre a Imigração de profissionais de TI para a Austrália.

O Sérgio trabalha justamente no auxilio a profissionais na imigração para a Austrália. Abordamos especificamente o profissional de TI e tivemos a excelente participação do Gabriel que pode passar a vivência de alguém que atua na nossa área e passou pelo processo de obtenção do visto recentemente.

O papo foi bem interessante e esclarecedor e não temos dúvidas que este episódio vai motivar e suscitar em muitos de vocês a vontade de ao menos pesquisar e buscar maiores informações sobre o processo.

Bom podcast e até a próxima!