Seginfocast #51 – A certificação EXIN Information Security Foundation baseada na ISO/IEC 27001

SegInfocast #51 – Faça o download aqui. (13:42 min, 9,4 MB)seginfocast-150x150

Neste episódio, eu e Rafael Barros, instrutor da Clavis falamos sobre a certificação EXIN Information Security Foundation baseada na ISO/IEC 27001.

Esta certificação é a base para as demais certificações em Segurança da Informação, pois apresenta os processos operacionais de SI listados nas ISO/IEC 27001 e ISO/IEC 27002.

Analisamos o conteúdo do curso, incluindo o livro recomendado pela EXIN (obra que foi traduzida para o português e em breve será publicada pela Clavis) e os benefícios da certificação para os profissionais da área, destacando:

  • Diferenças entre as ISOs e como elas se complementam;
  • Foco na implantação dos controles sugeridos para um SGSI (Sistema de Gestão da SI);
  • Uso de experiências reais para apresentação dos controles.

Sobre o curso

Rafael explica que durante o treinamento preparatório para a certificação Information Security Foundation (based on ISO/IEC 27001), o aluno vai se familiarizar com um conjunto de termos comuns à área de Segurança da Informação e que fazem parte do escopo do exame, além de receber capacitação em tópicos correspondentes aos requisitos do exame, como conceito e valor da informação, aspectos de confidencialidade, definição de ameaça e risco, e o relacionamento entre ameaças, riscos e confiabilidade da informação, entendimento sobre política de segurança e organização de segurança, gerenciamento de incidentes, medidas de segurança física, técnica e organizacional, leis e regulamentos.

Qual é o público-alvo dessa certificação ?

A certificação é indicada para todos os profissionais que trabalham com informações sensíveis, desde o pessoal administrativo até o CEO. Sendo esta certificação, portanto, um excelente ponto de partida para pessoas que queiram começar a atuar na área de Segurança da Informação.

Sobre o entrevistado

Rafael Luiz de Barros é tecnólogo em Gestão de TI, pós-graduado em Gestão de Negócios pelo IBMEC, certificado PMP desde 2012, profissional de segurança da informação desde 2006. Auditor Líder ISO 27001 pela Modulo Security. Instrutor ISO 27001, CoBIT 5 e ITIL V3.  Foi o analista responsável pela auditoria interna de segurança da informação da Contax de 2007 a 2009 e atuou nos planos de ação de diversos produtos, incluindo operações de bancos, cartões de crédito, planos de saúde e telefônicas. Como consultor e gerente de projetos na Cipher S/A atuou em projetos de mapeamento de riscos do programa KM de Vantagens da Ipiranga, em projetos de certificação PCI DSS e em projetos de implantação de tecnologias, incluindo Petrobras, Eletrobrás, MRS e CSN. Atuou também com projetos de Privacy e FATCA na Prudential do Brasil. Áreas de atuação: Gestão de Segurança, Continuidade de Negócios, Gestão de Riscos, Governança de TI e Gestão de Projetos.

Para mais informações, clique aqui

SegInfoCast #50 – Serviços de Proteção de Marcas

seginfocast-640x426

SegInfocast #50 – Faça o download aqui. (10:46 min, 7,42 MB)

Neste quinquagésimo e comemorativo episódio, eu recebi novamente Carlos Botelho, Gerente Técnico de Contas da MarkMonitor, para uma conversa bastante interessante a respeito dos Serviços de Proteção de marcas.

Carlos explicou que o Serviço de Proteção de marcas foi criado pela própria MarkMonitor no ano 2000, tornando-se líder mundial no que tange ao monitoramento do uso de marca de terceiros na Internet. O serviço atua na identificação de infrações e situações com determinada marca de uma empresa sendo utilizada indevidamente por outros como, por exemplo, em registro de domínios, logotipos utilizados no conteúdo de sites, páginas e anúncios falsos. entre outros exemplos.

Durante o podcast, Carlos apresentou cada módulo que compõe o Serviço de proteção de marcas. São eles:

  • Módulo Websites – Módulo criado para a monitoração do uso da marca em registro de domínios, em conteúdo de sites e logotipos sendo utilizados indevidamente.
  • Módulo MarketPlace – Responsável por realizar a monitoração de 98% dos sites de comércio eletrônico com mais tráfego no mundo e identificar anúncios de vendas de produtos falsificados e indevidos.
  • Módulo Social Media – Realiza o monitoramento das redes sociais como blogs, fóruns de discussão e as principais redes sociais do mundo no intuito de identificar páginas falsas e que estejam utilizando as marcas de forma indevida.
  • Módulo Paid Search – Módulo desenvolvido para monitoração de anúncios pagos nos buscadores que utilizam marcas de forma indevida e redirecionam tráfego para páginas falsas ou para um site competidor, por exemplo.
  • Módulo Mobile Apps – Realiza a monitoração as lojas de aplicações móveis para celulares e tablets em busca de apps que estejam utilizando indevidamente a marca ou que sejam falsas.

Ao final, Carlos explicou a respeito da implementação da solução, que é baseada em Software como Serviço (SaaS), não sendo necessária qualquer instalação no ambiente do cliente.

Clavis Segurança da Informação é parceira oficial da MarkMonitor e a principal representante no Brasil. Para saber mais sobre o serviço de proteção de marcas oferecido pela Clavis, clique aqui.

Carlos Botelho é Gerente Técnico de Contas da MarkMonitor, Inc., parte da Clarivate Analytics, baseado em Boise, estado de Idaho, nos Estados Unidos. Pelos últimos 7 anos, ele vem trabalhando na área de proteção de marcas, antifraude e gestão de domínios, além de já ter atuado como Analista de Proteção de Marcas, Gerente de Serviços de Anti-Fraude e Gerente de Serviços de Domínios. Carlos também é advogado desde o ano 2000 e possui mestrado em Direito (LL.M) obtido na Faculdade de Direito J. Reuben Clark da Brigham Young University, em Provo, estado de Utah, no Estados Unidos.

Seginfocast #49 – Soluções de Anti-Fraude e Proteção de Marca para Grandes Empresas

SegInfocast #49 – Faça o download aqui. (10:10 min, 7,17 MB)

Neste episódio, eu recebi Carlos Botelho, Gerenteseginfocast-150x150 Técnico de Contas da MarkMonitor para uma conversa a respeito das Soluções de Antifraude e proteção de marca para grandes empresas.

Inicialmente Carlos explicou a respeito de fraudes, as principais ações que podem caracterizar uma e os tipos mais comuns. As indústrias financeiras, comércio e prestação de serviços foram citadas como alvos constantes das tentativas de fraudes e o Phishing, técnica utilizada por cibercriminosos para tentar obter dados e informações por meio de e-mails e páginas falsas utilizando marcas famosas, o meio mais utilizado atualmente.

Durante o podcast, Carlos apresentou as soluções da MarkMonitor, líder global em proteção de marcas empresariais de antifraude. São elas:

  • MarkMonitor Domain Management – ajuda uma organização a estabelecer e defender a presença de sua marca on-line ao proteger o portfólio de nomes de domínio da empresa com completa visibilidade, controle e segurança nos domínios gerais.
  • MarkMonitor Brand Protection – protege os ganhos da marca e a reputação ao combater a crescente ameaça do abuso de marcas on-line, incluindo falsificação, canais não autorizados, falsas representações de marca e roubo de tráfego na internet.
  • MarkMonitor AntiPiracy – protege a receita da empresa ao localizar, monitorar e fiscalizar a distribuição ilegal e a promoção de conteúdo digital pirateado —filmes, música, software, jogos e livros digitais—pelos diversos canais de internet, redes peer-to-peer (P2P), sites de conteúdo gerado por usuário, blogs, sites de streaming de vídeo, serviços de usenet, mecanismos de busca, mídia social e outros sites.
  • A MarkMonitor AntiFraud – solução mais ampla do mercado para proteger as empresas e seus clientes de ataques de phishing e malware. Diferente de outras soluções, MarkMonitor AntiFraud mantém o foco nas medidas preventivas e aproveita as alianças mais amplas do mercado para proteger as marcas e os clientes.

Clavis Segurança da Informação é parceira oficial da Markmonitor e a principal representante no Brasil.

Carlos Botelho é Gerente Técnico de Contas da MarkMonitor, Inc., parte da Clarivate Analytics, baseado em Boise, estado de Idaho, nos Estados Unidos. Pelos últimos 7 anos, ele vem trabalhando na área de proteção de marcas, anti-fraude e gestão de domínios e já atuou como Analista de Proteção de Marcas, Gerente de Serviços de Anti-Fraude e Gerente de Serviços de Domínios. Carlos também é advogado desde o ano 2000 e possui mestrado em Direito (LL.M) obtido na Faculdade de Direito J. Reuben Clark da Brigham Young University, em Provo, estado de Utah, no Estados Unidos.

Seginfocast #48 – Lançamento do livro Fundamentos da Segurança da Informação 3ª edição – Baseado na ISO 27001 e 27002 da Exin

SegInfocast #48 – Faça o download aqui. (13:00 min, 8,95 MB)

seginfocast-150x150Neste episódio eu recebi mais uma vez o Prof. Alan Oliveira, tradutor do livro Fundamentos da Segurança da Informação que se encontra na sua 3ª edição. O livro aborda como a segurança da informação tem sido uma grande preocupação, sobretudo no ambiente empresarial, onde a perda ou vazamento de informações pode gerar um grande impacto no negócio. O livro é referência para o curso de  Fundamentos da Segurança da Informação promovido pela Clavis, que visa preparar o aluno para o exame de certificação ISO 27001 e 27002.

Qual é o público alvo do livro e do curso?

Tanto o curso quanto o livro são direcionados para profissionais interessados em se preparar para  o exame de certificação ISFS da Exin, utilizando as normas da ISO 27001 e 27002. Porém o livro também se tornou referência e adequado para todos os profissionais que almejam aprender sobre segurança da informação, já que o livro fornece um entendimento básico sobre os fundamentos de segurança em TI.

isfs

O que o leitor pode esperar encontrar no livro ?

O livro aborda a segurança da informação de uma forma abrangente, detalhando  uma série de conceitos sobre segurança, como confidencialidade, criptografia, controle de acesso, integridade de dados, riscos, ameaças(BOTNET, worms, trojans) e as possíveis contramedidas que devem ser utilizadas para proteção contra tais ameaças.

Quando o livro e do curso será lançado?

O lançamento do livro e do curso está previsto para o segundo semestre de 2017.

Alan Oliveira é Engenheiro, mestre em Engenharia Eletrônica na área de sistemas inteligentes. Atuou por 7 anos como oficial da marinha nas áreas de sistemas de armas e comunicações. Atualmente é professor na Marinha do Brasil, onde ministra as disciplinas de controle de sistemas, guerra eletrônica e sistemas de comunicação. Desenvolve em seu doutorado pesquisas voltadas para a segurança de sistemas de controle e automação.

SegInfocast #46 – Automação na Análise de Dados para Big Data

SegInfocast #46 – Faça o download aqui. (28:07 min, 20,3 MB) 

Neste episódio, eu recebi novamente o especialista em Segurança da Informação Rodrigo “Sp0oKeR” Montoro da área de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação da Clavis para compartilhar a sua experiência em Análise de Dados para Big Data.

Big Data nos dias atuais

Rodrigo explica que Big Data é o resultado do imenso volume de dados gerados no dia a dia, seja através de compras online, mensagens em redes sociais ou até mesmo pequenos cliques na web, porém, o mais importante não é a quantidade de informações e sim como esses eventos são tratados. Isso vem se tornando um grande desafio para as empresas visto que a análise e triagem dos dados requer muito tempo e trabalho. Este cenário têm um papel fundamental na estratégia de segurança da informação das organizações. Para mais informações sobre segurança em Big Data conheça a solução Octopus tema do seginfocast #31.

Jornada de Geração de Evento

A jornada de geração de eventos se inicia pela definição da superfície de ataque, quais tipos de eventos serão captados e como isso será efetuado. O próximo passo está relacionado ao enriquecimento dos dados, isso se dá através da estruturação e agregação dos eventos. Em seguida temos a etapa em que o analista SOC dispara um script que define prioridades para alertas de eventos baseados em pesquisas básicas, regras de negócio e muito mais.

Se você quer saber mais detalhes sobre a solução SOC , visite o site da Clavis!

Onde entraria a automação ?

O processo de triagem de eventos pode ser uma tarefa extremamente prolongada e custosa para os analistas, pois com Big Data a geração de alertas tende a ser bastante numerosa, e é nesse momento que a automação pode nos beneficiar com agilidade, processos multitask, e eliminação de eventos de baixa relevância.

Qual o funcionamento de um bot nessa jornada ?

O bot atuará como um auxiliador do analista, uma das possibilidades de uso é operá-lo como um filtro extra, que irá retornar metadados para serem melhor aproveitados. Outra possibilidade é fazer com que o bot interaja com os usuários do sistema, para que desta forma possa resolver processos mais simples sem qualquer intervenção humana.

SegInfocast #45 – Ransomware II

SegInfocast #45 – Faça o download aqui. (39:24 min, 27,0 MB) 

Neste episódio, eu recebi novamente Geraldo Bravo, engenheiro de pre-vendas da Cyberark para continuar a conversa sobre Ransomware, assunto já abordado no SegInfocast #41 com Carolina Bozza.

O que é o Ransomware?

Geraldo explica que o ransomware, também conhecido como vírus de resgate, é uma ameaça cujo objetivo é o sequestro de dados. Ele criptografa de forma não autorizada os arquivos da vítima (sistemas, documentos, etc) exigindo um pagamento para que se tenha acesso as informações com a revelação da chave usada para decriptografar os arquivos.

Quais são as principais famílias do Ransomware?

Nosso entrevistado cita algumas famílias como a CryptoLocker, uma das mais ativas atualmente. CryptedXXX, que além de criptografar arquivos também busca por credenciais e bitcoins, aliás, a razão que permitiu que os criminosos possam cobrar resgates sem serem identificados. Também o Crisis, que tem a capacidade de criptografar arquivos de sistema. Um ponto interessante é o fato de já existirem variantes que visam outros sistemas operacionais como o Mac e Android.

Os vetores de ataque do Ransomware

Mesmo com várias tecnologias de proteção, o e-mail (phishing) ainda é a forma mais utilizada para os ataques. E são utilizados executáveis e também documentos e scripts infectados.

Quais são as medidas para frear a ação desses ataques?

A primeira medida é a prevenção através de controle de e-mail e conscientização. O segundo passo é a contenção para evitar a propagação da ameaça na rede, impedindo a comunicação com o servidor na internet, para a criação das chaves de criptografia, porém alguns ransomwares já possuem uma chave padrão. Outras ações recomendadas são o monitoramento do nível de arquivos e também o conceito de privilégio mínimo necessário, para evitar que uma infecção altere outros processos importantes no sistema.

O que podemos esperar para o futuro?

Geraldo acredita que a Internet das Coisas aumentará ainda mais as possibilidades de infecção. Já existe um ransomware chamado Flocker, que consegue infectar uma smartTV, por exemplo. Uma outra novidade é o RaaS (Ransomware-As-A-Service), onde você pode escolher a ameaça mais adequada ao seu objetivo, criando uma variante exclusiva para o comprador.

Geraldo Bravo é engenheiro de pré-vendas da Cyberark com experiência de mais de 10 anos na área de redes e segurança da informação. Atuou em outras áreas como Gestão de Projetos e Gestão de Equipes e possui diversas certificações de segurança da informação.

 

SegInfocast 41 – Ransomware

seginfocast-150x150SegInfocast #41 – Faça o download aqui. (19:17 min, 13,3 MB)

Neste episódio eu entrevistei pela segunda vez Carolina Bozza, Country Manager da CyberArk, profissional com mais de 10 anos de experiência no mercado de TI. Neste podcast o tema abordado foi ransomware.

Read more of this post

SegInfocast #39 – Teste de Carga e Desempenho

SegInfocast #39 – Faça o download aqui. (29:05 min, 20 MB)

Neste episódio eu recebi Rafael Soares, Diretor Técnico da Clavis Segurança da Informação, para uma conversa sobre testes de carga e desempenho.

seginfocast-logo-novo_150

Read more of this post

Seginfocast #38 – PCI-DSS – Segurança da Informação na Indústria de Pagamentos

SegInfocast #38 – Faça o download aqui. (12:37 min, 8,71 MB)

Neste episódio eu recebi Willian Caprino, Diretor Comercial  da Clavis Segurança da Informação, para uma conversa sobre o PCI-DSS. Ao longo da conversa foi possível discutir diversos aspectos dos padrões de Segurança da Indústria de Pagamentos e a importância de manter um sistema de gerenciamento contínuo de vulnerabilidades.

seginfocast-logo-novo_150

Read more of this post

SegInfocast #36 – Gerenciamento Contínuo de Vulnerabilidades

SegInfocast #36 – Faça o download aqui.

Neste episódio eu recebi Rafael Soares, Diretor Técnico da Clavis Segurança da Informação, para uma conversa sobre gerenciamento de vulnerabilidades. Ao longo da conversa, foi possível discutir diversos aspectos do gerenciamento de vulnerabilidades e a importância de manter um sistema de gerenciamento contínuo de vulnerabilidades.

Benefícios do gerenciamento contínuo de vulnerabilidades

Rafael explica que testes de invasão ou auditorias pontuais permitem ter visibilidade apenas do estado de segurança de um determinado instante de tempo, identificando as vulnerabilidades a que se exposto até a correção das mesmas. O gerenciamento contínuo permite diminuir o tempo de exposição do ambiente as vulnerabilidades encontradas através de um ciclo de detecção e resposta as ameaças.

Vantagens da vigilância contínua para novos dispositivos, servidores e aplicações

Novas vulnerabilidades são descobertas todos os dias e a realização de testes periódicos permite reduzir as chances de um usuário malicioso identificar uma vulnerabilidade em seu sistema antes de você.

O dinamismo do ambiente também contribui para a necessidade do gerenciamento contínuo, pois o ambiente das empresas mudou, devido ao BYOD e a Internet das Coisas, novos dispositivos desconhecidos, que não pertencem e não são gerenciados pelas empresas, são utilizados em redes corporativas aumentando o risco de exposição a novas vulnerabilidades. Além disso, o conceito de “perímetro de segurança” vem mudando com o crescimento do o uso de nuvens privadas e públicas.

Nichos que demandam serviços de gerenciamento de vulnerabilidades

Rafael cita setores cujo foco é a prevenção de fraudes, e tais setores são os que mais demandam esse serviço de vigilância contínua, como é o caso dos setores de e-commerce e internet banking.

Os sistemas industriais e de automação para infraestruturas críticas também demandam esse tipo de serviço. Esse tema já que tratado no SegInfocast #33.

A questão das não-conformidades

Com o gerenciamento contínuo é possível identificar se determinado ativo está aderente as políticas e normas de segurança vigentes (baselines), permitindo (ou não) o acesso a rede desses ativos.

É possível ainda criar alertas personalizados e iniciar o processo contínuo de descoberta, classificação, correção e prevenção das vulnerabilidades. Os relatórios (técnicos ou gerenciais) também permitem personalização adequada ao público alvo.

Rafael Soares é o Diretor Técnico da Clavis Segurança da Informação e é atuante nas áreas de Detecção e Resposta de Incidentes de Segurança, Testes de Invasão e Auditoria de Redes, Sistemas e Aplicações.